
Hyloscirtus colymba
Rã-de-torrente-de-la-loma
(Gaige, 1922)
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Julia Trouin
TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.
Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.
OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.
Nativa
TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.
Desconhecida
Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.
Estação chuvosa
Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.
Carnívoro
Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.
Sim
Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma
Estritamente associada a ribeiros e torrentes rochosos de montanha com correntes rápidas, no interior de florestas húmidas pré-montanas e montanas baixas. Distribui-se dos 560 até aos 1.400 metros acima do nível do mar na Costa Rica e Panamá, exigindo vegetação ribeirinha abundante.ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma
Exclusivamente noturna e altamente adaptada a torrentes. Durante o dia, as rãs adultas dormem camufladas no verso de folhas suspensas sobre os ribeiros. À noite, emergem para forragear e os machos cantam a partir de fetos baixos ou rochas musgosas, emitando estalidos que superam o ruído da água.Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma
Exibe uma organização espacial estruturada durante as épocas de reprodução. Os machos defendem territórios de canto em plantas voltadas para seções de água rápida. O acasalamento é complexo, facilitado por sinais químicos da glândula mental.Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma
Invertívoro noturno ribeirinho e insetívoro especializado de margens de ribeiros.Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma
Funciona como um carnívoro ribeirinho especializado que caça insetos das margens, mariposas e macroinvertebrados adultos. Os adultos son presa de cobras de rio noturnas e grandes aranhas. Os girinos raspam diatomáceas bentónicas.Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma
A reprodução ocorre dentro do sistema fluvial. O amplexo realiza-se na vegetação suspensa sobre correntes rápidas. As fêmeas depositam massas de ovos em aglomerados gelatinosos compactos fixos ao verso de folhas ou rochas musgosas acima da zona de salpicos. Ao eclodirem, as larvas caem nos torrentes.Medidas Físicas
Comprimento (cm)
3.6 - 5.1 cm
Peso (g)
3.5 g - 9 g
Longevidade
Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.
12 - 18 Meses
GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).
14 - 20
