Costa Rica Species
Baryphthengus martii
AnimaliaMaior posto na taxonomia. Agrupa toda a vida em domínios: Animalia, Plantae, Fungi, etc.IUCN LCUnião Internacional para a Conservação da Natureza — autoridade mundial sobre o risco de extinção das espécies. — Pouco Preocupante — amplamente distribuído e abundante; sem risco imediato de extinção.Em ProgressoEtapa atual deste registro no fluxo de revisão editorial. Avistamento Recente

Baryphthengus martii

Juruva-ruiva

(Spix, 1824)

Textos detalhados Multi-idioma
O maior dos udu ou juruvas. A cabeça e a parte inferior são de um rico tom ferrugem-avermelhado (rufo), com o dorso verde-esmeralda e uma máscara negra. A cauda longa e esverdeada normalmente não possui as típicas raquetes nas pontas.

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Julia Trouin

TaxonomiaClassificação biológica que posiciona esta espécie na árvore da vida, do Reino ao Género.

FiloPosto abaixo do Reino. Agrupa organismos com o mesmo plano corporal fundamental (ex. Chordata = vertebrados e alguns invertebrados).Chordata
ClassePosto abaixo do Filo. Subdivide por características estruturais (ex. Mammalia, Aves, Reptilia, Insecta).Aves
OrdemPosto abaixo da Classe. Agrupa famílias relacionadas com ancestralidade comum (ex. Carnivora, Primates).Coraciiformes
FamíliaPosto abaixo da Ordem. Agrupa gêneros intimamente relacionados (ex. Felidae = gatos, Canidae = cães).Momotidae
GêneroPosto imediatamente acima da Espécie. A primeira palavra do nome científico binomial.Baryphthengus
Autoridade TaxonômicaCientista que descreveu e publicou formalmente esta espécie pela primeira vez, seguido do ano de publicação.(Spix, 1824)
Completude da Ficha
95%
Em breve

Ecologia e statusComo vive esta espécie: habitat, dieta, comportamento, estado populacional e papel no seu ecossistema.

OrigemSe a espécie é nativa (evoluiu aqui), endêmica (só existe aqui) ou introduzida pela atividade humana.

Nativa

TendênciaDireção da mudança no tamanho populacional: em aumento, estável, em declínio ou desconhecida.

Em declínio

Época de reproduçãoÉpoca do ano em que esta espécie tipicamente se reproduz ou floresce.

Estação seca

Papel tróficoPosição na cadeia alimentar: produtor, herbívoro, carnívoro, onívoro, decomposto ou parasita.

Onívoro

Observações recentesSe esta espécie foi registada no estado selvagem na Costa Rica nos últimos anos.

Sim

Resumo do HabitatResumo dos ecossistemas e ambientes específicos onde esta espécie é encontrada na Costa Rica. Multi-idioma

Habitante estrito das profundezas das florestas tropicais úmidas. Prefere o sub-bosque de matas primárias de terras baixas e barrancos sombreados de rios.

ComportamentoPadrões de atividade diária, movimento, uso do território, estilo de forrageamento e mudanças comportamentais sazonais. Multi-idioma

Caçador de espera. Fica horas parado nos galhos observando o chão. Ao capturar uma presa, bate-a repetidamente contra o tronco para matá-la e retirar espinhos antes de engolir.

Atividade SocialEstrutura social: se a espécie é solitária, vive em pares ou em colónias; hierarquia e comunicação. Multi-idioma

Aves solitárias ou encontradas em casais. São tímidas e não interagem com bandos mistos na floresta.

Guilda AlimentarO que a espécie come, como forrageou ou caça, e o seu papel como consumidor na cadeia alimentar. Multi-idioma

Onívoro / Caçador de emboscada.

Detalhes da Cadeia TróficaInterações específicas nas redes tróficas locais: presas, predadores, competidores. Multi-idioma

Onívoro. Impressiona pelo tamanho da presa: grandes besouros, lagartos, sapos venenosos e pequenos caranguejos. Come muitos frutos de palmeiras, regurgitando a semente.

Comportamento ReprodutivoEstratégias de acasalamento, exibições de cortejo, comportamento de nidificação e cuidado parental. Multi-idioma

Monogâmicos. O casal escava túneis de até 5 metros em barrancos de terra. A fêmea bota 3-4 ovos no chão nu da câmara escura. A incubação leva 21 dias com ajuda de ambos.

Medidas Físicas

Comprimento (cm)

42.0 - 46.0 cm

Peso (g)

150 g - 200 g

ProleNúmero típico de filhotes (nascimentos, ovos ou sementes) produzidos por um adulto em um único evento reprodutivo ou temporada de reprodução.3 - 5
Dimorfismo SexualDiferenças físicas observáveis entre machos e fêmeas da mesma espécie (tamanho, coloração, características).Não

Longevidade

Maturidade sexualIdade em que o indivíduo se torna capaz de se reproduzir pela primeira vez.

12 - 24 Meses

GestaçãoDuração da fertilização ao nascimento (mamíferos) ou à eclosão (espécies ovíparas).

20 - 22

Longevidade EstimadaDuração esperada de vida do nascimento à morte natural em condições selvagens.
Machos10 - 14 Anos
Fêmeas10 - 14 Anos

Adaptações EvolutivasCaracterísticas herdadas que melhoram a sobrevivência e reprodução da espécie no seu ambiente específico. Multi-idioma

O Pêndulo: move a longa cauda de um lado para o outro como um relógio de pêndulo para avisar os predadores de que foram vistos, desencorajando emboscadas.
Bico serrilhado: possui um bico maciço com bordas em formato de serra, perfeito para esmagar presas difíceis e escorregadias, como sapos e grandes besouros.

Principais AmeaçasPressões documentadas que reduzem a população: perda de habitat, caça, doenças, alterações climáticas, espécies invasoras. Multi-idioma

Altamente intolerante ao desmatamento. A destruição das florestas de terras baixas para a agricultura elimina completamente o seu habitat.
A erosão ou destruição das ribanceiras e barrancos de terra, onde escavam os túneis para seus ninhos, compromete drasticamente a reprodução.

Fatos CuriososFactos surpreendentes ou notáveis que destacam o que torna esta espécie única ou ecologicamente importante. Multi-idioma

O uivo do fantasma: seu canto é um duplo 'huut-huut' grave e ressonante que viaja longas distâncias na mata densa, sendo muitas vezes confundido com o som de uma coruja.
Arquitetos subterrâneos: escavam túneis de até 5 metros de profundidade em barrancos de terra para fazer seus ninhos de forma extremamente segura.